Livre-se do planejamento estratégico, abrace uma estratégia dinâmica!

As empresas já estão vivendo e sentindo os efeitos da transformação digital no mundo. Será que a sua empresa está ciente disso. Esse post complementa um post anterior onde eu mostro algumas dicas que podem ser seguidas por sua empresa e que posso te ajudar nesse caminho.

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Nesse post, completo as três dicas que deixei em um post anterior e vou além no argumento de que a empresa precisa ter mais que planejamento estratégico, mas uma estratégia dinâmica.

Em um post passado (https://bit.ly/35WW0Hy) comecei falando sobre a transformação do planejamento estratégico. Cheguei a falar que o planejamento deixou de ser estratégico para dar conta das mudanças digitais no mundo empresarial.

A estratégia dinâmica deve ser centrada no ser humano e em suas necessidades.

Por isso o dinamismo da estratégia, dado a complexidade do ser humano. Mas, muitas organizações já estão percebendo que se tornar mais centrada no ser humano é a chave para lidar com os desafios atuais da inovação.

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O desenvolvimento de novas capacidades empresariais

Portanto, desenhar uma estratégia centrada no Ser Humano tem potencial de incluir capacidades inovadoras nas empresas. Os processos de busca e seleção de novidades para atender aos mercados devem se tornar parte das rotinas operacionais.

Ademais, ao centrar seu olhar e percepção nos comportamentos e demandas de seus clientes, a empresa pode perceber melhor “bolhas de futuro” surgindo no horizonte e, com isso, se preparar para inovar.

Além disso, as soluções que serão demandadas no futuro pelas pessoas podem estar surgindo de outros setores econômicos que não o seu. Desse modo, incorporar o ser humano no desenho da estratégia permite perceber esses novos entrantes de forma antecipada.

Experiência e iteração são os conceitos 

É importante entender que a empresa não opera só e o mercado é influenciado continuamente, logo, oferecer experiência significativa para o cliente e ajustar sua oferta ao mercado são linhas mestras de uma estratégia dinâmica. Veja as dicas finais para isso:

4) A estratégia tem que ser moldada pela centralidade no cliente: A experiência do cliente está no centro da transformação estratégia das empresas. Com os clientes possuindo total domínio de suas interações em relação as marcas, as empresas devem criar experiências positivas e relevantes para o cliente em canais e pontos de contato. Não é suficiente servir os clientes sempre, onde e como quiserem, você deve criar momentos individualizados com seus clientes, construindo uma assinatura que diferencie sua empresa de seus concorrentes.

5) Prosperando em um ecossistema: Para alavancar totalmente um ecossistema, você não deve apenas analisar os clientes satisfeitos, mas também tentar criar clientes defensores de sua marca que possam favorecer a difusão das qualidades de marca, produtos e serviços. Hoje, a geração do milênio está se apresentando como a maior faixa etária da força de trabalho. Eles são fortemente influenciados por seus amigos e famílias na tomada de uma decisão de compra. Por isso é importante a cocriação com fornecedores e clientes para projetar produtos e serviços.

Em resumo, tem que haver uma mudança de paradigma no planejamento estratégico para a era digital. Você precisa se transformar de a) analítico para criativo, b) orientado por dados para insights-driven, c) orientar a empresa para o mercado, d) perceber o futuro que está acontecendo hoje, e) repetir e estender o valor atual para a criar novos valores, e f) encaixar a estratégia no modelo de negócio para criar uma estratégia dinâmica para o novo modelo de negócio.

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